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Vista noturna da cidade de Nautila a partir do convés de uma embarcação pública, com o casario iluminado sobre o mar.

Arquipélago de Nautila

Cinco ilhas no meio do oceano, ligadas por travessias curtas. Nautila é pequena, mas nenhuma ilha se parece com a outra.

Em Nautila, todo mundo que chega traz um passado, e ninguém pergunta qual. Quando um crime acontece, esse pacto precisa ser quebrado.

Começar não custa nada: você lê os documentos iniciais de O Último Embarque e registra a sua primeira suspeita. Os interrogatórios e a conclusão fazem parte do Caso completo.

  • 5 ilhasligadas por balsas e barcos
  • Concha (C$)a moeda local
  • 1 dígitoo código insular para ligações
  • Acesso restritona Ilha do Medo, base militar

Cada ilha, uma atividade

Cada uma tem seu tipo de trabalho, de dinheiro e de porta fechada.

Painel de azulejos pintados com o farol, o porto e o casario de Nautila, rachado de alto a baixo.
Painel de azulejos com o farol, o porto e o casario de Nautila.
  1. Angra dos Veleiros

    Capital

    Centro político e administrativo. Marinas, cartórios, bancos e gabinetes fazem Angra parecer organizada. Até dois papéis oficiais contarem histórias diferentes.

    Centro administrativoAngra dos Veleiros organiza bancos, repartições e acesso marítimo. Se a pista chega a um banco, a um cartório ou a um gabinete, chega a Angra.

    No Dia da Fundação acontece aqui
  2. Porto do Funil

    Porto de pesca

    Mercado, oficinas, estaleiros e trabalho pesado. O que acontece no cais costuma chegar primeiro como boato, depois como registro.

    Circuito de trabalhoPorto do Funil guarda horários, cargas, oficinas e gente que viu mais do que pretendia registrar.

    O Último Embarque acontece aqui
  3. Ponta do Farol

    Farol e resort

    Praias claras, marina elegante e resort. A ilha vende descanso. Cada obra nova no resort encarece a vista de alguém.

    Fachada turísticaPonta do Farol aproxima dinheiro, lazer e influência. O mapa parece aberto, mas nem toda porta é para visitante.

  4. Vila das Pedras

    Vila colonial

    Igrejas, casarões e ruas de pedra. O passado fica à vista, nas fachadas e nos sobrenomes.

    Memória localVila das Pedras preserva nomes, ritos e versões antigas. Muitos conflitos daqui são mais antigos que qualquer caso.

  5. Ilha do Medo

    Base militar

    Base militar de acesso restrito. Pouca gente entra, quase ninguém confirma, e mesmo assim todo mundo conhece alguma história.

    Zona restritaA Ilha do Medo fica fora da circulação comum. Nenhum roteiro turístico passa por lá.

Barco de pesca atracado no cais de pedra de Porto do Funil, à noite, com luzes ao fundo.
Marina de Porto do Funil, à noite.

A travessia muda o caso

As ilhas são próximas, mas a última balsa sai cedo. Depois dela, quem precisa atravessar depende de barco próprio, de dinheiro ou de um bom motivo, e isso costuma aparecer nos casos.

Como chegar e circular

As distâncias são curtas, mas cada ilha tem sua própria forma de circular.

Entre ilhas

Balsas regulares ligam os principais portos durante o dia. Fora do horário, a travessia depende de táxis aquáticos, lanchas privadas e bons motivos.

Dentro de cada ilha

Angra concentra ônibus, táxis e marinas. Porto do Funil pede caminhada ou motocicleta. Ponta do Farol oferece transfers; Vila das Pedras pede tempo.

Informações gerais

A moeda local é a Concha (C$). Para ligações, use o código insular de um dígito indicado junto ao nome de cada ilha.

Cartaz de O Último Embarque.

Entrar em Nautila

Nos casos, o arquipélago tem peso: um atraso da balsa muda um álibi, uma ilha fechada tira uma testemunha da história.

O Último Embarque. Em Porto do Funil, Antônio Rocha é encontrado sem vida a bordo do próprio barco, numa queda que parecia encerrar o caso. Quatro pessoas próximas sustentam versões frágeis.

Começar não custa nada: com uma conta, você lê os documentos iniciais do caso e registra a sua primeira suspeita. Os interrogatórios, os envelopes lacrados e a conclusão fazem parte do Caso completo, R$ 59 para o grupo todo.